sábado, 22 de janeiro de 2011

A agenda secreta !

Devo explica-las queridas leitoras sobre a mudança no nome do blog, e a disposição de meus direitos autorais, eu mudei o nome do blog enfim , por que achei esse mais, como posso dizer, descolado, sabe?!
 E os direitos autorais foram ideia de um amigo, que  concordou que aquilo que eu escrevo é meu, então não há por que ficar me escondendo se as cronicas aqui descritas e todos os personagens são ficticios, se as historia contadas tem nada haver com minha vida :)


Bom pessoal ,espero que compreendam, eu não deixem de ler as historias, confições e romances de Beatrice Megam Medeiras na sua AGENDA SECRETA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quando o céu desaba !

E outra vez ele me magoou, e dentro de poucos minutos ele estava sentado, conversando e, exibia um sorriso afetado bem confiante, quase como se sentisse orgulhoso da sua proeza.Eu não peço muita coisa, não falar dela comigo, ou perto de mim, não citar o nome dela  ja seria pra mim um grande avanço, não sei por que ele insiste em me deixar irada, em me deixar com ainda mais odio dela, como se ela fosse melhor que eu em algum aspecto, talvez ele ache enfim, talvez ela seja mesmo bem melhor, então que seja, eu não quero saber, não preciso saber
Os dias que se sucederam desde minha rejeição na Princeton tem sido um verdadeiro pesadelo pra mim, algo inexplicavelmente perturbador, é como se todos soubessem e passassem por mim, me olhassem e me acusassem de nao ter sido aceita, que culpa eu tenho, eu nao pedi isso, eu nao queria isso, eu sinto por ter decepcionado a todos, sinto mesmo, mas sinto ainda mais por ter me decepcionado, aliás é só isso que acontece nesses ultimos dias, decepções, com os outros, comigo mesma, é isso que acontece quando o céu desaba sobre nossas cabeças, é como se uma nuvem negra tivesse pairado sobre a minha cabeça e insitisse em nao sair, só me falta receber agora o resultado de Berkerley, minhas esperanças se voltaram todas pra essa chance, se não for ela, não vai ser e eu volto ao meu mundinho de rejeições, mais uma vez...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Hoje recebi a carta, aquela maldita carta, que me fez chorar por horas e  horas, Princeton não me aceitou, eu não fui suficiente pra eles, todos os anos treinando pra ser a melhor, treinando pra ser aceita e com louvor naquela universidade, e vi em 5 linhas meus sonhos desmoronarem, e nao ter ninguem por perto, talvez nao ter ninguem por perto tenha facilitado minha vida, ou não.
Ninguem precisou ler pra mim as palavras que duramente diziam , que infelizmente meus esforços não haviam sido suficientes, e Princeton não era o melhor lugar pra mim, eu li, como eles podem saber que la não é o meu lugar, ou que eu nao sou boa o suficiente, como eles sabem se os que foram aprovados são os melhores?
Vi, ruir meus sonhos e expectativas, vi nascer sonhos e expectativas no meu melhor amigo, aceito e feliz, o mais triste é não poder comemorar juntamente com ele, ficar feliz por ele, por fora e destuida e triste por dentro.
É assim que me sinto hoje, e acho que nada vai mudar isso por enquanto :/

domingo, 16 de janeiro de 2011

É incrivelmente engraçado como as pessoas tendem a se pensarem melhor que as outras, e como querem decidir pelo destino de outras pessoas, eu não entendo o que elas pensam, iludem a  gente, incentivam a sonhar, a estudar, alcançar, e depois desmoronam tudo, emcima de nós, destroem tudo, os sonhos, e depois deles destruidos como se nao bastasse, ensina-nos a sonhar novamente, cria em nós mil e uma expectativas, e nos faz amar outra vez, outra coisa, diferente, e o ciclo recomeça, é no meio disso tudo que me sinto perdida, não sei mais o que gosto, ou que quero, nao fui ensinada a querer nada, apenas aceitar, como um flor arrancada a planta, aceita a morte, aceitei meu destino, aceitei apostar no acaso e tentar mudar o que ouvia.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas, por isso enquanto eu tiver perguntas sem respostas, continuarei a escrever, é ano novo, é vida nova, sonhos são renovados e promessas refeitas, ou não, talves sejam essas promessas e pactos quebrados que destruam uma vida, um relacionamento, uma historia, algo que duraria anos, torna-se algo com prazo de validade curto. Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.
A docura antes vista, resumiu-se a chantachens e chatiações, o sentimento de ciume que antes ardia em seu peito, tornou-se mero desprezo, tornou-se indiferença, tornou-se compaixão. Não quero que sintam pena de mim, ou que me amem, ou digam que me amam, eu desprezo esse sentimento que me traz repudio, o amor, ou falso amor nos torna fraco, o fato é que sinto falta dele, é como se me faltasse o dente da frente excrucitante. O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão.